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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Time Machine: Live in Cleveland - Rush


Eis que o RUSH solta mais um disco ao vivo. Para mim, que amo álbuns ao vivo, maravilha! Acho que toda banda deveria fazer que nem o trio de Geddy Lee (baixo, teclado e vocal), Alex Lifeson (guitarra e teclado) e Neil Peart Bateria), ou como o Iron Maiden... a cada álbum de estúdio, ou uma turnê comemorativa = um disco ao vivo registrando um show completo.
A turnê e o dvd Time Machine foram significativos por diversas razões: a banda executava o seu álbum mais clássico, Moving Pictures, na íntegra durante os show; duas canções do vindouro novo álbum, Clockwork Angels, foram executadas ("Caravan" e "BU2B"); e o dvd foi gravado em Cleveland porque foi a primeira cidade que tocou uma canção do Rush na rádio, a faixa "Working Man", que encerra o show.
Tive o grande prazer de realizar um sonho de ver o Rush ao vivo, e foi durante essa turnê no show de São Paulo, cujo review mal escrito devido a forte emoção você pode ler aqui, ano passado.

Os clássicos de sempre estão lá: a sensacional "The Spirit of Radio" abre o espetáculo, "Freewill", "Subdivisions", "Closer to the Heart", "2112", "La Villa Strangiato" e a já citada "Working man", além das sete faixas do álbum Moving Pictures, que incluem "Tom Sawyer", "YYZ" e "Limelight", com destaque para a revisitação da sensacional "The Camera Eye".

As novidades no set list foram os retornos da famosa "Time Stand Still" (com Alex Lifeson fazendo as vezes de tecladista), de "Marathon", e "Stick It Out", do Counterparts, e tocaram ao vivo pela primeira vez na história a canção "Presto", faixa-título do álbum de 1989. Além disso, como já citado as duas faixas que estarão no novo disco, "Faithless" que não foi tocada na tour do Snakes & Arrows, álbum de qual ela faz parte, mas entrou nessa tour.

Quanto às execuções ao vivo das canções, continua tudo perfeito como sempre... com alterações em algumas, como uma levada reggae em "Working Man", um tom mais calmo, com mudanças de andamento em "Closer to the Heart" e umas quebradas que não existem na versão original de "Red Barchetta", assim como "La Villa Strangiatto" foi tocada com pequenos detalhes diferentes.Claro que tem também o solo de bateria do mestre Neil Peart, que sempre dispensa maiores comentários.

Não é o melhor álbum ao vivo do Rush, mas é Rush! E isso basta!


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