Páginas

domingo, 27 de novembro de 2011

Grandes épicos do Iron Maiden

Desde o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith ao grupo, em 1999, o Iron Maiden vem lançando álbuns cada vez mais grandiosos, épicos, com longas canções, introduções e, quiçá, influências progressivas. Mas não foi só nessa última década que a banda compôs dessa maneira. O mais legal desses temas são as interpretações do vocalista Bruce Dickinson, que transforma as versões ao vivo dessas canções em quase peças teatrais, como veremos em alguns vídeos abaixo. Escolhi cinco grandes composições da banda nesse estilo, que são as minhas favoritas para postar aqui.


#5
Rime of the Ancient Mariner (1984)


O poema, de mesmo título, escrito por Samuel Taylor Coleridge, que relata as aventuras de um marinheiro em uma longa viagem pelo mar (derrrr) foi a base para o Iron Maiden adapta-lo para a canção que tem quase 14 minutos, com passagens de heavy metal típicas e momentos calmos no meio do som. Sobre essa passagem mais calma hjá uma história interessante que o baterista Nicko McBrain conta em um dos dvds da banda, ele diz que estavam tocando em uma cidade muito quente nos EUA, e havia uma piscina atrás do palco e ele não pensou duas vezes em ir pular na piscina e ficar lá durante a parte lenta da canção que não tem bateria. A banda voltou a toca-la ao vivo depois de mais de dez anos na tour comemorativa que resultou no disco e dvd ao vivo Flight 666. É essa versão que vocês podem ver aqui:





#4
Seventh Son of a Seventh Son (1988)


A faixa-título do álbum tem quase dez minutos de duração, é um dos capítulos do álbum conceitual. Traz o nascimento do "sétimo filho do sétimo filho". A canção só foi tocada ao vivo na tour do próprio disco. Aqui vai uma versão em show:





#3
The Sign of the Cross (1995)


Gravada no álbum The X-Factor, com Blaze Bayley no vocal, tem o polêmico tema da religião, como as dúvidas da própria crença. Com uma longa e lenta introdução, cai numa levada empolgante, que ficou ainda melhor com Bruce Dickinson que cantou a canção nas primeiras tours que fez com o Iron Maiden após a reunião, e termina com belos solos de guitarra e o refrão grandioso:





#2
Dance of Death (2003)


Com uma letra de suspense/terror contando um sonho, sobre alguém que de repente se depara com os "mortos", a canção de mais de 8 minutos tem uma longa introdução acústica, até que depois d três minutos e meio cai numa estrofe espetacular que leva a música até o final, com solos maravilhosos dos três guitarristas, especialmente de Janick Gers






#1
When The Wild Wind Blows (2010)


Em uma letra que fala sobre uma situação de pré-catástrofe, a mudança de mundo, e o que a população fará para se proteger, as melodias e o vocal de Bruce são o grande destaque dando o tom emocional da canção, que vai crescendo até chegar num fim grandioso. Impossível não decorar suas passagens melódicas logo na primeira ouvida.








Nenhum comentário: