Páginas

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Top 5 grandes momentos e 1 cagada - DREAM THEATER

Eu sempre gostei de trollar o Dream Theater porque é divertido... os fãs do DT são muito fáceis de serem irritados: basta dizer que os músicos do DT não são os melhores do mundo. É a mesma coisa que dizer a alguém muito religioso que Deus não existe. A MESMA COISA. Por isso que às vezes eu trollo no twitter dizendo que se tal baterista entrar no DT, os fãs esquecerão Mike Portnoy em questão de meses... é claro que não esquecerão, pros fãs do DT Mike Portnoy é o maior da história, mas imagina a raiva deles em ler um treco desses.
Porém eu gosto da maioria do material da banda. Até os discos que antigamente eu não gostava, hoje eu vejo (ouço, né) coisas boas que nunca tinha prestado atenção.
Portanto, faço um TOP 5 de momentos do Dream Theater que acho que tem muita inspiração, feeling, ou engraçados apenas.

1 - Mike Portnoy fica puto com James LaBrie que entrou antes da hora em "Metropolis"



2 - "Lines in the Sand" - Live in Bucharest. Epic! Petrucci mostra como poucas vezes um feeling absurdo no solo. Minha canção favorita da banda



3 - "Surrounded", do DVD "Chaos in Motion". A canção ficou com cerca de dez minutos ao vivo, e o vídeo corresponde à segunda parte, onde eles tocam um pequeno cover (dentro da canção deles) de "Sugar Mice", do Marillion ("Daddy took a Raincheckkkk"... demais!), e o solo de "Mother", do Pink Floyd. Muito bom gosto.



4 - "Time", cover do Pink Floyd. Acho que nunca vi nem o Pink Floyd tocar com tanta fidelidade à versão original do disco "The Dark Side of the Moon". Ouçam a versão de estúdio do PF e depois ouçam essa versão ao vivo do DT... Tudo é exatamente como no álbum. Solo de guitarra: NOTA POR NOTA.



5 - The Count of Tuscany. Eu falei que Lines in the Sand era a minha favorita, né? Mentira, isso era até o DT lançar o álbum "Black CLouds &...", que foi quando The Count of Tuscany tomou seu lugar. Sem mais... quando ouço essa canção até perco a vontade de trollar Petrucci, Portnoy e cia. Essa música é pra você escutar de olhos fechados, viajando no tempo. Durante todos os seus quase vinte minutos. Melhores momentos: a intro até entrar o vocal (0m0s a 03m25s) e o final (16m20s em diante) com o solo de guitarra.



A CAGADA

1 - Cover de "Cemetery Gates", do Pantera. Sem comentários pra esse assassinato.

Nenhum comentário: